O que Dragon Quest tem de especial?

Saudações aos iconoclastas.

Ao contrário do que o título possa sugerir, trata-se de uma pergunta de fato, e não uma retótica. Desenvolverei esse questionamento ao longo do post de hoje. Sigam-me.

Pois é, amigos, isso é algo que quero muito saber. Com a proximidade do lançamento de Dragon Quest IX para DS, os reviews saindo nos sites especializados, trailers e afins. Fiquei com essa dúvida em minha mente. Podem rir, mas até a presente data da publicação deste post eu JAMAIS joguei um Dragon Quest que seja, nenhumzinho que seja. Necas de pitibiriba. Durante toda a existência desse ser que vos escreve, o contato mais próximo de Dragon Quest foi com aquele nime tosco que passava nas manhãs de sábado do SBT:


FLÁI, FLÁI, FLÁI….QUER A PAIZ QUE O INIMIGO DISTRÓÓÓÓIII…..
FLÁI, FLÁI, FLÁI….UM POUCO DE MAGO, MUITO DE HERÓOÓÓÓÓÓIIIII!!!!!!!11

Mesmo na época eu sabia que se tratava de um desenho baseado em um video game, porém como já mencionei em textos anteriores, demorei a me interessar por RPGs (fossem orientais ou ocidentais). Especialmente quando era mais novo, a progressão lenta, a pouca ação e a grande quantidade de textos eram os principais motivos que me afastavam desses jogos. E Dragon Quest se encaixa nesses quesitos. Mas por outro lado, uma coisa que sempre me deixou admirado quanto a esse jogo, é a comoção que cada nova versão causa quando lançada no Japão. E por falar nisso, aproveito mais um video brasileiro que ilustra bem isso:


Pulem direto para 3:39 e vejam quem aparece…

Perceberam? Embora o repórter não tenha mencionado, o jogo que vendeu um milhão em um dia e fez todos aqueles japonetas dormirem na rua era Dragon Quest III, lançado originalmente para o Famicom. Sabemos todos que não foi muito diferente com as versões seguintes, variando apenas a intensidade do sucesso delas. Se vocês perderem um minutinho, acharão facilmente fotos e videos mostrando o mesmo fenômeno acontecendo 18 anos depois, desta vez com o Dragon Quest IX do DS. Mas aí que a pulga pula para trás da minha orelha, pois o que diabos essa série tem que causa isso nas pessoas? Eu entendo fenômenos como Mario, Zelda, Donkey Kong Country, Sonic e Wii Sports. Mas Dragon Quest está além da minha compreensão.

O fator Akira Toriyama

Tenho ciência que o famoso mangaka (ui) é o artista responsável pelo character design desde o primeiro game da série. Por um lado gosto de seus trabalhos famosos como Dragon Ball e Dragon Ball Z, e os nem tão famosos como Dr. Slump (aqui no Brasil foi miseravelmente cancelado após algumas edições). É um artista de traço técnico e carismático (e milhões de vezes melhor que o medonho Masami Kurumada). Mas por outro lado, a cada vez que vejo uma imagem promocional ou video do Dragon Quest, eu fico com uma sensação de que vejo uma espécie de spin-off medieval do Dragon Ball Z. Principalmente os personagens, que parecem recriações de alguém já existente do mangá e do anime. É quase um reflexo condicionado, simplesmente “bato o olho” em um cavaleiro de cabelos espetados e penso “esse aí parece o Trunks”, ou vejo uma personagem feminina e logo me vem à mente “essa aí é a Bulma de cajado na mão”. E por aí vai.

Antes que pensem que tenho perseguição com o design do Toriyama, digo que joguei Chrono Trigger e não tive tal sensação. Chrono, Marle, Frog ou Lucca não me remetem a ninguém de DBZ. Por falar nisso, tem algum personagem marcante nos Dragon Quests? Pois não sei de nenhum. Não sei até onde isso seria problema ou não, mas por exemplo em Final Fantasy é facil citar alguns como Cecil, Terra, Cloud ou Squall. É fato que Dragon Quest tem um caráter bem mais “rpgístico” que outros jogos de seu gênero, com personagens e enredos servindo mais como base da aventura e a exploração, do que sendo o motivo em si. Mas ter um personagem marcante, seja ele herói ou vilão, ajuda a atrair as pessoas para o jogo. Não vejo isso em Dragon Quest. E aí entendo menos ainda aquela fila de japas esperando pelo lançamento do jogo. Voltando aos exemplos desse parágrafo, quem não se lembra de vilões como Sephiroth, Golbez ou Magus? Em Dragon Quest tem alguém que se encaixe nesse perfil? Vocês sabem me dizer?

Fantasia

Além dos personagens e mais importante que eles é ter um rico mundo fantástico que os envolva. Independente de ser RPG ou não, os clássicos dos video games na maioria das vezes possuem esse quesito bem desenvolvido. Como é isso em Dragon Quest? Cada jogo tem um universo próprio, independente, ou seria um em comum a todos os jogos, como Hyrule é para os games Zelda? E os monstros? Sei que tem alguns que são icônicos, como o Slime e suas variantes, mas e quanto aos demais? Eu já vi alguns dragões e cavaleiros malignos, mas esse tipo de inimigo tem em trocentos outros jogos. Qual é o diferencial nesse caso?

Agora é com vocês

Não tenho como escrever a respeito da mecânica de algo que não joguei. Sendo assim, esse é mais um ponto que deixo para os senhores debaterem dos comentários. Quero entender o que torna Dragon Quest o fenômeno que é. Para isso contarei com a colaboração de vocês, amiguinhos leitores. E nem me venham com a ladainha de “você tem que jogar para ver”, porque isso eu já sei e talvez comece com Dragon Quest IX. Então deixo essa para vocês. Afinal, o que Dragon Quest tem de especial?

Abraços e até o próximo post.

André V.C Franco/AvcF – Loading Time.

28 thoughts on “O que Dragon Quest tem de especial?

  1. como assim a lucca não te lembra a bulma?
    qdo joguei CT a primeira vez, nunca tinha visto DBZ e achava a menina a cara da bulma… so´depois descobri que tinha relação….. Ah sim, não só a cara, como também a genialidde em criar coisas! =D

    se vc falasse: “quem nunca jogou dragon quest põe o dedo aqui, que já vai fechar, e blá blá blá blá” eu ia correr! hueahahua nunca nem passei por perto.

    Ah sim, não fale mal do anime. Tudo bem que a última vez que assisti foi no SBT qdo era pequeno, mas amava ele! 😀

  2. No Tobal tem um monte que lembra ao menos algum personagem de Dragon Ball Z. Aliás sou meio chato pra esse anime, na minha opinião quando começa a batalha contra o primeiro Piccollo (no 1º Dragon Ball) a série meio que segue em “modo automático” (entenda: repete-se até esgotar). Agora, Dr. Slump sim era genial, mas pra variar como tudo o que é bom não emplacou no Brasil.

    Quanto à Dragon Quest, fica claro que ao menos em seu tempo (leia: década de 1980 e 1990)era competente o suficiente para saciar seus fãs. Só que hoje em dia eu não sei, se bem que creio que Final Fantasy (por exemplo) foi evoluindo/amadurecendo mais significativamente, e tendo sua notoriedade devidamente ampliada. Até onde eu sei isso não ocorreu tão latentemente com a série Dragon Quest.

    Comentário do AvcF: nossa, você se lembrou do Tobal, aquele LIXO de jogo de luta…Foi até bom, já anotei e verei de jogar para fazer um futuro Bad Trip. Quanto ao manga (muito melhor que os animes), considero Dragon Ball bem melhor que Dragon Ball Z. A saga do Gokuzinho (ui!) é bem mais interessante e gostosa de acompanhar, pois tem graça, humor e ação, mas ao mesmo tempo meio que ninguém se leva a sério. Já Dragon Ball Z é aquela bobagem adolescente-testosterona-rardecor de “OMG!!! Ele tem 875348757347856785657856 de poder!!!! Mas não tem problema! Passarei 35 anos treinando com 150 toneladas de gravidade e todos os discos do Latino tocando no volume máximo ao mesmo tempo, e assim poderei derrotar o _________ (insira do nome do vilão aqui)”

  3. …ou usarei o passinho ridículo da fusão!”

    tobal… kra, nunca ouvi falar nesse jogo! oO’

    quer falar de jogo ruim, pega o battle arena toshiden. Mesmo qdo lançou achei MUITO ruim o jogo. Isso pq tinha a demo pro PC.

    A série clássica de DB é muito boa, pois tem um final (goku casa e ponto, ainda é um ser humano, estranho mas é). Ja na fase Z, mostra que ele não é humano, e que tudo se passa na Terra! oO’
    Tanto é que quando eu vi a fase Z achei meio estranho, e como aqui não tinha passado o final da 1 fase, achei que tava faltando algo gigantesco pra ligar uma fase na outra (tipo, quem é o tenshin han e o chaos??)….

  4. Cheguei a jogar meia hora da versão rebutada do Psx, mas não fui muito adiante porque ainda tava deslumbrado pelas CGs e animações, coisa que ele num tinha. Não acredito que FF esteja evoluindo… pelo contrário, me parece parado no tempo. Sempre reciclando a meeesma ladainha e os mesmos personagens chorões-bonequinhas que surgiram no sétimo episódio que foooi bom, mas acabou estragado pela Square e pelos fãns-muito-chatos.

    Vai ver seja esse o segredo de DQ. A falta dos exageros, que tem até o talo nos outros RPGs. Acaba funcionando como a “primeira fase” de Dragon Ball. É divertido de acompanhar. Tem seus momentos de tensão, mas tem humor e não se resume a subir de nível o tempo todo.

    Claro que não tenho propriedade pra comentar porque não me aprofundei, mas o sucesso dele pode ser exatamente em não ser mais um FF.

  5. Também nunca entendi essa fixação toda por Dragon Quest.
    Eu também nunca joguei o jogo, nem um minuto sequer.
    Mas pelo que conehço do jogo, não me parece chamar tanta atenção.
    Talvez seja o que falaram ai.Talvez o fato de ser tão simplezinho, da um ar a mais no jogo.

    Mas ae avcf, dizer que Chrono Trigger não remete a nenhum personagem, acho que forçou um pouco a barra.
    Eu mesmo desde a primeira vez que conheci o jogo, pensei que fosse um spin-off do anime, já que pra o Chrono logo de cara me lembrou o goku e a lucca a bulma.Entre alguns outros.
    Mas realmente, no CT eles ainda disfarçam mais, os personagens tem alguns ajustes próprios.
    NO DQ tem alguns que são praticamente IDÊNTICOS.
    Se foi nesse sentido, realmente concordo.

  6. @AvcF: Aliás, o que não era um LIXO naquela época/console, não é mesmo? Era difícil separar um jogo REALMENTE bom dos lixos, ao menos bem mais difícil do que nas décadas de 80 e 90…

    E tem aquele Dragon Ball do Game Boy Advance (que aliás eu acho que você até já publicou um Good Vibrations aqui desse jogo), e aquele sim é o maior tesão! E quanto à animes, prefiro bem mais um Hokuto no Ken, um Yu Yu Hakusho e até mesmo um Saint Seiya (mesmo tendo resolvido arruinar a série a partir dos OVAs de Hades-Inferno…) ao Dragon Ball Z e seu esquema ALTAMENTE REPETITIVO E PREJUDICIAL . Alguns blogs (como o Maximum Cosmo, por exemplo) apontam que o culpado pela “imbecilização em massa” dos mangás Shonen tenha sido mesmo o Dragon Ball à partir de sua saga Z (é só comparar o conteúdo infantilóide de um Naruto, um Bleach e um One Piece com o das séries que eu citei logo acima e verão).

    Quanto à Dragon Quest, como eu disse não parece ter se renovado com o tempo tão bem como um Final Fantasy, que por sua vez sempre parece seguir todas as tendências e “modinhas” do momento. isso também não impede o tremendo êxito dos títulos da série Dragon Quest, ao menos no mercado japonês.

    @Edwazah: Já falei: Yu Yu hakusho é muito mais “obra”, a meu ver. Muito mais pé no chão e menos “alienador” que Dragon Ball Z.

  7. Cara eu cheguei a jogar um pouco um Dragon Quest no DS, era um remake do VI eu acho, mas não aguentei. Achei um saco…

    Mas sei lá, eu sou fã de Final Fantasy e Dragon Quest é meio que o oposto tanto que eram rivais nos anos 80 e 90 antes da Square fundir com a Enix.

  8. Bom, pelo menos pra mim o elenco de DQVIII é memorável, apesar de ainda ter lá algumas semelhanças fáceis de notar com Dragon Ball…

    Comentário do AvcF: certo, mas em que é memorável?

  9. Ta ae um jogo que também sou curioso. Lembro que o único que joguei foi um para o SNES (acho que o 4 ou 5, sei lá) que aluguei pra ver como era, mas não consegui avançar muito porque o cartucho era japonês. Como não entendia nada da história foi muito sem graça, mas as batalhas eram bacanas.

  10. haha, bando de hereges!

    posso dizer com propriedade que em toda minha carreira gamística (1992 pra cá) DQ3 empata como o melhor jogo que ja joguei. ja fechei o 3, 4 e 5, e todos eles com mais de 50 horas. é um jogo cativante demais.

    mundando um pouco de assunto de DB pra DQ. ao contrario do que o avc disse, eles são contínuos e tem uma história muito rica, o 1, 2 e 3 são a saga de lotto, o 4, 5 e 6 a historia de zenithia. todos muito bacanas

    a questao de um “personagem inesquecível” é relativo, ja que na série o heroi nao tem nome (nos escolhemos) e nao fala, O QUE AGRADEÇO AOS CÉUS, ja que quando um heroi de rpg japones abre a boca geralmente é pra torrar a paciencia (vide os emos de FF, TWEWY e por ai vai).

    o que eu nao consigo entender da série é esse poder de cativar, pois o sistema do jogo 1 ao 6 é praticamente identico (os demais nao sei), mas garanto que quem joga um, joga todos.

    meu única contra do jogo é que as vezes o grinding é doentio. só

  11. talvez dragon quest tenho o “efeito apple”. Qualquer coisa que a apple lança os fã babam e babam, comem até o cocô do steve jobs… mas bem, “iphone hate” a parte joguei muuuuuuito mesmo o dragon quest 1 do nes… na epoca eu “achei” ele numa feira e tive que compra-lo (“nossa! um rpg de dynavision!”) não sei, tem uma magica que faz vc se inserir na história. acho que o personagem principal não ter personalidade contribui pra isso… mas fora o dq1 do nes não joguei nenhum outro justamente por achar muito “tradicional” e isso me cansa as vezes… mas bem, mesmo só tendo jogado um eu sou fã da série… não sei se pode postar coisas de outros blogs aqui mas tem um amigo meu chamado “gagagames” que fez o mesmo questionamento que vc e foi compravar por ele mesmo “que magica é essa”. segue o link: http://www.gagagames.com.br/?p=12389 [se for algum problema vc edita e tira…rs]

    Comentário do AvcF: não tem problema postar material de outros sites, blogs e afins, apenas poste a fonte. E isso vale para todos. Lerei isso do Gaga Games.

  12. Nunca joguei Dragon Quest também, fiquei até curioso mas nunca me senti atraído por esse game… gostaria muito de entender que mágica é essa que esse game tem que deixa os japoneses todos loucos!!

  13. qq tem eu aí que não entendi? oO’

    bom, yuyu pra mim ruleia muito mais que CDZ ou DB(Z/GT/AF/PQP).
    Até o jogo do PS2 (yuyu forever) que é meio travado e os pulos parecem os do virtua fighter 1 do mega, o jogo é legal!
    Especiais bem feitos e deixar o jogo como um episódio é muito bom!

    apesar de eu preferir o meu do snes (4 – final) e ainda compro o do mega (que dá pra lutar 2×2, mas é mais voltado a fase do torneio / Sensui). Se alguém ver esse pra comprar, me avisa por favor! um amigo meu pegou emprestado uns 10 anos atrás e nunca esqueci quão bom era aquele jogo! =D

    mas… do que era o assunto do post mesmo? =D

  14. @Edwazah: Sim, é sobre Dragon Quest. Mas de Yu Yu Hakusho eu gosto até dos 4 do Game Boy clássico ( só o 3 é RPG, enquanto os demais são de luta; esse 3 que é baseado na fase do Sensui é muito louco!), mas não gosto daqueles de Game Boy Advance, que foram feitos pela Atari. Podiam reeditar aquele do mega Drive (e logo, lançar uma versão ocidental) pro Nintendo DS (com muitas opções/modos de jogo extras, dentre outras adições), mas se eu não me engano esse já se transformou em um Bleach.

  15. @Edwazah: yu yu do mega é muito bom eu tenho um amigo que tem o japones perdia era tempo jogando isso… pra mim o melhor jogo do mega drive easy… eu “tenho” o que a tectoy lançou em portugues… “tenho” pq emprestei pra alguem que não lembro quem (ha uns 5 anos atras pelo menos…rs).

    @trouble man: foi lançada uma versão ocidental sim, e em portugues! foi lançado pela tectoy… o nome de alguns personagens ta trocado mas a diversão é a mesma…rs

  16. tava lendo nao lembro aonde…o criador da serie dragon quest falo:”os ocidentais nao gostam de dq!”

    posso falar q nao gosto de dq por isso…prefiro meter porrada,e jogos como rogue galaxy são legais hsiaHOS

  17. Uma vez tive a mesma dúvida sua, e fui testar alguns DQ. E…
    Percebi o que ele tem de tanto especial, ele é rápido e objetivo.
    A história não é o foco, você é a pesonagem, você explora, você evolui, você dá a ordens aos aliados mas não os controla. Ele é muito parecido com os rpg’s de mesa, a costumização é ampla. Enquanto Final Fantasy ainda ensaiava por algumas estatísticas nos personagens, DQ já vinha com pontos a distribuir em “Perícia”, este é um fator que atraiu os jogadores de rpg’s de mesa, a profundidade da mecânica.
    Um mundo rico a explorar, e batalhas rápidas – uma janela se abre no cenário e se faz as opções em primeira pessoa, como em Earthbound -, e uma arte consagrada de Akira Toryama fez essa série cair na graça dos novatos.
    Até o 6 há duas trilogias, a história dos primeiros é algo bem cliché, você é um cavaleiro que tem que resgatar a paz no reino, mas que joga nem pensa nisso, quer evoluir, distribuir os pontos, habilitar novas tecnícas, etc…

    Quem jogava rpg percebeu que DQ era o representante mais fiel do jogo no meio eletrônico, hoje ele ainda é sucesso por manter somente o importante em qualquer jogo, deixa o jogador jogar todo o tempo. Não é preciso ter cut scene, ou mostrar o boneco atacar o montro para ser um rpg, DQ provou isso. Ele somente é o Dungeon Master da aventura que você constrói em sua cabeça.

    Sobre o IX, vi que ele não tem mais batalha aleatória, um avanço. Na verdade, ele seria um action mas por limitações desta mecânica preferiram manter os turnos. Por esse motivo recomendo a quem nunca jogou nenhum rpg, principalmente o de mesa, comece por esse. Não haverá chateação de querer atravessar uma dungeon e ser parado toda hora, do nada, pra batalhar.

    Quanto a Chrono Trigger, é mesmo que nada te lembrou Dragon Ball?
    A todo momento eu via o anime nos personagens e monstros. O que é Chrono se não um Gohan SSJ, e Marle, Bulma. Magus é muito parecido com Vegita. Até Lavos, numa das suas formas, é a cara de Cell na primeira forma.
    Eu gosto da arte de Akira Toryama, ela faz a gente pensar que as personagens são atores atuando em vários trabalhos, kkk.

  18. então, eu até liguei na tec toy procurando o yuyu em portugues mas eles não tem mais ele….

    o do RPG do GB é o melhor!!!!! principalmente subir os lvs e ficar forte/fodão! huaehueauheahuaehae

    agora, gostei do comentário final do Diotupi, pensar que os personagens são atores… nunca pensei nisso………. até agora! hehehehe

  19. @Edwazah: A tradução para o português do Yu Yu de Mega Drive ficou uma bomba! Mas o jogo, por incrível que pareça, é referência (boa) até hoje. O de GB bem que poderia ter sido traduzido…

  20. Fiquei tão empolgado que comprei yuyu 2 pro snes original no ML. Aproveitei pra ver os produtos do venedor e peguei também zelda link’s to the past ou algossim (da playtronc, com o nome “um elo ao passado” o algo assim :D)
    tudo com frete menos de 70 reais!

    Quero aquele VG 3×1 (mega/nes/snes) pra tirar uma qtdade de cabos de casa… hehehe

    e vou poder jogar o zelda de snes e ver se eu realmente gosto.

    (procurar e imprimir detonados, não vou pensar muito no jogo) xD

  21. @Diotupi: “Eu gosto da arte de Akira Toryama, ela faz a gente pensar que as personagens são atores atuando em vários trabalhos, kkk.”

    Muito adequada sua colocação! E voto também pelo fato do avcf não assimilar os personagens de CT com os de Dragon Ball!? Acredito ser mais fácil fazer este comentário caso o título em questão seja Dragon Quest Swords do Wii:

    http://www.gamesbasement.co.uk/userfiles/image/Dragon%20Quest%20Swords.jpg

    Sobre o que DQ tem de especial? Como fã eu citaria a facilidade com que se apresenta ao jogador, o carisma do enredo e dos npcs que não estão só ali por estar, eles participam mais que em muitos RPGs, dão dicas importantes, acrescentam ao enredo e lhe fazem rir com certos comentários.

    Ele é simples, sim, mas desde o VIII muita gente que antes não curtia tanto ou simplesmente também não entendia o sucesso começou a pensar 2x. E ao que se deve isso? Dublagens, cutscenes cinematográficas, gráficos tridimensionais e em cel-shading (destacando ainda mais o traço de Akira) e a possibilidade de ver seu time atacando em campo, todos fatores habituais em RPGs pós FF VII, mas que na minha opinião não são regra para um título excelente. Apesar destas mudanças promovidas pela Level-5 no desenvolvimento conjunto a Square Enix, o enredo e personagens carismáticos, uma trama leve mas comovente ainda se faziam presentes.

    IX pegou muito disso e ainda foi além, adicionando multiplayer inédito, download de conteúdo e loja online, fora a exclusão na maior parte das batalhas aleatórias. Só essas coisas que cito já deve fazer alguns se interessarem, mas entre tudo isso mais uma vez o sentimento DQ de ser permanece.

    Pode até ser que a não evolução em relação ao clássico faça com que DQ não alcance FF em vendas ocidentais ou angarie mais fãs, mas ousar demais não deve estar nos planos da Square Enix (ao menos não na cronologia tradicional). Dragon Quest não copia uma fórmula, criou a sua própria em 86, se estabeleceu com sucesso e pretende adicionar isso ou aquilo, mas sem deixar de lado o core da franquia. Como exemplo, acredito que Pokémon segia caminho similar.

  22. Cara, só por causa desse seu post eu fiquei sabendo que Dagon Quest começou primeiro como jogo, e não como mangá! O.o!

    Nunca joguei também, mas poderia jurar que seu sucesso deriva do sucesso do mangá, tanto que já ouvi até uma lenda de que a história de Dragon Quest seria um prólogo para Dragon Ball – Não confirmo isso porque não cheguei a ler Quest o suficiente, mas pra mim ambos são apenas BEM parecidos, e só.

    Quem curtiu o mangá Dragon Ball vai gostar bastante de Dragon Quest com certeza. Isso eu posso dizer. ^^

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