Cool Vibrations: Donkey Kong (GameBoy)

Saudações aos leitores.

Aproveitando que o último post foi sobre um game de GameBoy Color, andei jogando um clássico do GameBoy antigão, aquele preto e branco. Me refiro a Donkey Kong (também conhecido por “Donkey Kong 94”), um joguete ao mesmo tempo incrivelmente simples e incrivelmente divertido. Aproveitem.

Lançado em 1994, alguns meses antes do fenômeno Donkey Kong Country, Donkey Kong acabou meio que se tornando um game injustiçado. Embora seja um dos melhores games lançados para o GameBoy clássico, Donkey Kong não foi exatamente um sucesso. Por exemplo, não chegou nem perto do que Pokémon foi para o mesmo portátil alguns anos depois. Eu mesmo nem me dei conta do jogo na época, para vocês terem uma idéia, e isso porque eu passei anos desejando ter um GameBoy.

Curiosamente, após uma série de arrumações e um verdadeira operação arqueológica, a senhorita AvcF encontrou um velho e esquecido cartucho do Donkey Kong junto de alguns outros jogos. Por incrível que pareça, a bateria ainda funciona plenamente e então resolvi experimentar casualmente (olha a palavrinha aí…) para ver como era o joguete, jogando umas partidnhas antes de dormir. Comecei jogando duas, três fases seguidas. Agora já passei mais de cinquenta. O joguinho é simplesmente viciante. Agora até terminar provavelmente não dormirei sem jogar umas fases de Donkey Kong.

Como puderam ver, o jogo começa no esquema do Donkey Kong clássico do arcade, com o Mario pulando os obstáculos do prédio em construção para poder salvar a tal Pauline. Após essa introdução, por assim dizer, o jogo realmente começa, com com fases distribuidas em sequências temáticas. Dessa forma, Mario passa por fases com quebra-cabeças cujo objetivo é pegar uma chave para abrir a porta e assim prosseguir para o estágio seguinte. Assim, sempre após três fases, rola um confronto com o Donkey Kong em que Mario ou tem que jogar barris contra o Donkey Kong ou tem que chegar no topo da fase, tudo para ver a Pauline continuar a ser sequestrada, fazendo o coitado do Mario correr atrás dela por mais fases.


O cartucho para fora é meio feio, mas Donkey Kong rodando em um GBA NES Edition fica bem clássico, não?

Dessa forma parece que o game é repetitivo, porém os desafios das cem fases do jogo sempre variam, nunca repetindo situações. Até porque o game exige cada vez mais habilidade do jogador conforme a curva de dificuldade se acentua. Embora funcione de forma bastante parecida com o original de arcade, Donkey Kong GameBoy dá umas ferramentas extras ao jogador, na forma de movimentos extras para o velho Mario. Seus saltinhos e destrezas nas cordas até o fazem parecer um ginasta. Aliás, o velho martelo também está presente, porém um pouco mais versátil que na versão original.

Se não fosse da Nintendo, Donkey Kong seria um jogo que cairia bem em desses smartphones e tablets da moda, como os da Apple, por exemplo. Com tantas fases, nove temas (ou mundos, se preferirem), e controles absolutamente simples, Donkey Kong é um game portátil por excelência, perfeitamente jogável em qualquer lugar e qualquer aparelho. Os gráficos e sons se simplórios por um lado, possuem um inegável charme retrô, e sinceramente achei tudo bastante simpático. Algumas musiquinhas até ficavam na minha cabeça depois que terminava de jogar.


Essa vai grudar na cabeça, fiquem atentos

Assim que terminar esse post, lá irei eu jogar mais umas fasezinhas do Donkey Kong. E já estou certo de que naquele esquema de “só mais uma que aí fecho por hoje”, lá vou umas dez, pelo menos. E o Donkey Kong ainda vai fugir com a Pauline. “Macaco Estúpido”; sei…

Até o próximo post, amigos. E aguardem por polêmicas, pois retomarei o assunto Zelda.

AvcF – Loading Time.

4 thoughts on “Cool Vibrations: Donkey Kong (GameBoy)

  1. Nossa joguei muito esse DK!
    Era totalmente viciante e muito desafiador!
    Disparado um dos melhores jogos de Game Boy que eu já joguei!
    Belo post!

  2. Esse tipo de jogo é foda, você começa só dando uma espiada e quando percebe não consegue jogar outra coisa, depois vou ver se arrumo um cartucho caso não esteja sendo taxado como raro (incrível como qualquer jogo antigo agora é raro). Até hoje eu sinto falta de poder jogar o meu Game & Watch Donkey Kong, adorava aquele mini-game, mas quando morava com meus pais ainda alguém deixou ele cair no chão e trincou a tela, guardo ele só por colecionismo mesmo.

    E sobre Zelda só toma cuidado na hora de escrever para não passar a impressão errada como foi da última vez hein ;D

  3. Comprei esse na época em que saiu. Sim, um clássico nervoso que tive o orgulho de zerar algumas vezes!

    Aliás, ele chegou a receber um remake no Game Boy Advance – o tal de Mario Vs. Donkey Kong, não? Era um em que você tinha que ir recolhendo uns bonequinhos do Mario pelas fases. Até achei interessante esse pra Game Boy Advance, mas de fato não tinha a mesma força desse Donkey Kong de Super Game Boy, nem o mesmo charme e apelo.

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