A trajetória Pokémon nos games

Saudações estimados compatriotas.

Vamos a mais uma postagem, mas desta vez não é um texto que foi publicado na primeira versão do Loading Time. Como podem notar pelo título, esta é uma matéria que escrevi sobre a franquia Pokémon, a fiz para uma revista. Esta por sua vez, foi fazer uma viagem para os Esteites, se encantou e por lá ficou. Pois então, resolvi publicá-la para vocês aqui no blog. Leiam e me digam o que acharam. Na continuação do link, claro. Até o próximo post, amigos.

A trajetória pokémon nos games

De um RPG desconhecido até uma franquia de bilhões de dólares, um longo caminho foi percorrido desde que Pokémon Red/Green Version foi lançado em 1996 no Japão até as atuais versões Diamond e Pearl para o Nintendo DS. Doze anos depois é incrível notar como um jogo foi capaz de resgatar um videogame das cinzas, fazer sucesso onde fosse lançado e ainda continuar a despertar interesse após tantas versões já disponíveis (fora todos os spin-offs), tanto em novos jogadores como nos veteranos ávidos por capturar as criaturas mais carismáticas dos videogames. Para entender melhor o que torna Pokémon o fenômeno que é, acompanhe um resumo sobre os principais jogos da série:

Pokémon Red/Blue (Green)
Ano de lançamento: 1996 (Japão), 1998 (Estados Unidos)
Sistema: Gameboy

Aqui onde tudo começou. O jogador assume o papel de Red (posteriormente conhecido como Ash, em razão do anime), cujo maior sonho é partir em uma jornada para se tornar um mestre pokémon. Logo de inicio o jogador terá de escolher um dos três pokémons iniciais Charmander (fogo), Squirtle (água) e Bulbasaur (planta) para começar, e logo de cara já encara o rival Blue (Gary no anime), assim que tenha escolhido o primeiro monstrinho. O grande diferencial de Pokémon em relação a outros rpgs é seu genial sistema de batalha, que se baseia nas fraquezas e forças dos diferentes tipos de pokémons, seguindo a mesma lógica do jokenpo, onde uma criatura do tipo água é efetiva contra uma de fogo, mas ao mesmo tempo é fraca contra outra do tipo elétrico, por exemplo. Esse sistema tornou as lutas extremamente estratégicas e variadas.
Pelo caminho existem oito lideres de ginásios, que precisam ser derrotados para que o jogador ganhe as famosas insígnias, necessárias para que seja possível o acesso à Elite Four, os mestres mais poderosos do jogo. Para poder ter todos os 151 pokémons, é necessário treinar as criaturas para que elas evoluam, se tornando mais poderosas e aptas a aprenderem novos golpes. É necessário também o intercambio entre as duas versões do jogo via cabo link, pois determinados pokémons presentes na versão Red não estão disponíveis na versão Blue e vice versa. Ainda existem pokémons que só evoluem através das trocas. Essa fórmula revolucionaria e criativa conquistou instantaneamente milhares de jogadores mundo afora, salvou o Gameboy (que estava em decadência na época) e deu partida em uma franquia que se tornaria milionária e vencedora nos anos seguintes.

Pokemon Yellow Edition: Special Pikachu Edition
Ano de lançamento: 1998(Japão), 1999(Estados Unidos)
Sistema: Gameboy

Com o sucesso fenomenal das versões Red e Blue, a Game Freak (produtora dos jogos) criou uma versão melhorada e mais próxima do anime. Como o próprio nome diz, aqui a grande estrela é Pikachu, o ratinho amarelo que acompanha Ash em suas aventuras no desenho animado. Como no cartoon, o jogador recebe a famosa criaturinha como pokémon inicial, sendo possível inclusive ver suas expressões de felicidade ao longo do jogo. Os acontecimentos aqui são praticamente iguais aos dois anteriores, tendo como diferencial a possibilidade de adquirir os três pokémons iniciais de Red e Blue (Squirtle, Bulbasaur e Charmander). As demais mudanças são em maioria puramente estéticas, com os personagens e pokémons redesenhados para ficarem com o visual parecido ao desenho da tv. Outra novidade é a aparição da famigerada dupla da Equipe Rocket Jesse e James em algumas partes do jogo. Como não poderia deixar de ser, Pokemon Yellow Edition vendeu milhares de cartuchos mantendo a série no topo do portátil da Nintendo.

Pokémon Stadium
Ano de lançamento: 1999 (Pocket Monsters Stadium 2, Japão), 2000 (Estados Unidos)
Sistema: Nintendo 64

Com o sucesso no portátil, era inevitável a ida para os consoles de mesa. Lançado em 2000 para o Nintendo 64, Pokémon Stadium era baseado na segunda versão de Pocket Monsters Stadium, lançado um ano antes no Japão. Em Stadium, os jogadores podiam transferir seus pokémons treinados nas versões Red, Blue e Yellow através do Transfer Pack (acessório que era plugado no controle do Nintendo 64, vendido junto com o jogo), para utilizá-los nas batalhas contra outros jogadores ou contra o computador. Desta vez, porém, os pokémons foram totalmente recriados em 3D, assim como seus golpes, aumentando o apelo do jogo junto aos jogadores, acostumados a ver os monstrinhos pixelados na telinha do Gameboy. Diferentemente das versões portáteis, o foco de Stadium era totalmente nas batalhas, não possuindo um enredo e personagens próprios, nem por isso também era uma experiência superficial.

O jogo possuía diversos modos, com lutas contra os lideres de ginásio, diversos torneios, mini-games, era possível jogar Red, Blue e Yellow dentro do jogo e até enfrentar o poderoso Mewtwo. O jogo foi sucesso de critica e audiência na época, vendendo mais de cinco milhões de cópias em todo o mundo.

Pokémon Gold/Silver
Ano de lançamento: 1999 (Japão), 2000 (Estados Unidos)
Sistema: Gameboy/Gameboy Color

Anunciado como a verdadeira seqüência da série, Pokémon Gold e Silver foi muito aguardado pelos jogadores e a espera valeu a pena. O jogo veio recheado de novidades e uma nova região (chamada de Johto) para explorar. Com 100 novos pokémons, dois novos tipos (metálico e noturno), diversas novas técnicas e gráficos melhorados, os cartuchos não paravam nas prateleiras. Uma série de implementos também foi adicionada para aperfeiçoar o sistema do jogo, o status de “special” (medidor dos poderes especiais do pokémon, quanto maior, mais fortes eram os golpes especiais e a resistência a eles), foi dividido em ataque e defesa, visando equilibrar as lutas. O cartucho fazia uso de relógio interno, que alternava o jogo entre dia e noite em tempo real, mudando a localização dos pokémons em certas áreas. Além de mudar o visual do jogo, algumas locais eram afetados por esse processo, pois só abriam ou funcionavam em determinados horários.Também era possível fazer os pokémons carregarem um item para utilizar nas batalhas, aumentando ainda mais a gama de estratégias possíveis. Uma adição que se tornou padrão nos jogos seguintes foi separação dos monstrinhos entre machos e fêmeas, sendo possível o cruzamento, alguns pokémons como o Pikachu, Jigglypuff, Magmar, Clefairy, entre alguns outros, ganharam suas versões filhotes. O cruzamento tornava possível também o aprendizado de golpes que os pokémons não podiam obter via treinamento.

Gold e Silver aceitavam trocas de pokémons das versões Red, Blue e Yellow (somente trocas entre pokémons antigos), para que os treinadores pudessem alcançar 251 monstrinhos na coleção, aumentando ainda mais a longevidade do jogo. Para aqueles que gostavam de explorar todos os cantos do jogo, dava para acessar o continente de Kanto (região das versões antigas), e até enfrentar os lideres de ginásio de lá, com Red como desafio final. Pokémon Gold e Silver é um grande clássico da série até hoje.

Pokémon Stadium 2
Ano de lançamento: 2000 (Pokemon Stadium Kingin Crystal Version, Japão), 2001 (US)
Console: Nintendo 64

Seqüência direta de Pokémon Stadium, compatível com as versões Gold, Silver e Crystal (lançada pouco tempo depois). Tal qual o antigo, os jogadores podiam transferir seus pokémons para lutar no console de mesa, além de gerenciar seus items. Com mais opções, algumas novidades e extras, com uma discreta melhora gráfica, teve boa vendagem no Nintendo 64.

Pokémon Crystal
Ano de lançamento: 2000 (Japão), 2001 (Estados Unidos)
Console: Gameboy Color

Seguindo a lógica da versão Yellow, foi lançada a versão Crystal como complemento às edições Gold e Silver, porém desta vez as melhorias foram mais significativas. Esse foi o primeiro game da série a poder escolher entre jogar com treinador menino ou menina (outra implementação que se tornou padrão nos games seguintes), e foi adicionada uma novidade importante, a Battle Tower. Como o próprio nome diz, se trata de uma torre onde o jogador encara uma série de batalhas contra oponentes controlados pelo computador, com dificuldade progressiva. A história do jogo foi levemente alterada, dando mais ênfase ao pokémon Suicune (um dos lendários da versão Gold e Silver), que diferentemente dos outros dois lendários (que após serem despertados aparecem de forma aleatória pelo mapa do jogo), pode ser capturado na Tin Tower. Um novo rival chamado Eusine tentará capturar a criatura especial antes do jogador.

Os gráficos foram levemente melhorados em relação à Gold e Silver, com algum acréscimo de detalhes aqui e acolá, mas a mudança mais significativa foi a adição de pequenas animações dos pokémons nas batalhas. Esse jogo era exclusivo do Gameboy Color e marcou a despedida da série principal no portátil de 8 bits.

Pokémon Ruby/Saphire
Ano de lançamento: 2002 (Japão), 2003 (Estados Unidos)
Console: Gameboy Advance

Após o lançamento do modelo de 32bits do portátil da Nintendo em 2001, os fãs pelo mundo já esperavam com curiosidade e ansiedade pelos novos games da série principal, que vieram após dois anos. Até o lançamento de Pokémon Ruby e Saphire. Com a mudança para um modelo mais potente do Gameboy, os gráficos foram totalmente refeitos, incluindo mapas, cidades e pokémons. E por falar neles, 135 novos pokémons entraram para fazer parte da grande gama de monstrinhos disponíveis. Desta vez o jogo se passa no continente de Hoenn, com cidades, regiões, líderes e ginásios inéditos. Os vilões também são novos, com os times Magma (Ruby Version) e Aqua (Saphire Version), entrando no lugar da antiga equipe Rocket. Novos equipamentos e melhor gerenciamento dos itens tornaram a jogabilidade mais ágil que nas edições anteriores.

Pela primeira vez na série foi possível realizar batalhas entre duplas de pokémons, e estes agora possuem habilidades e personalidades próprias, influindo no desempenho dos monstrinhos nas lutas. A trilha sonora também merece destaque, aproveitando bem a capacidade do Gameboy Advance, com efeitos sonoros melhores e as músicas com qualidade bastante superior em relação às trilhas dos 8 bits. Diferentemente dos anteriores, desta vez o rival não é um personagem a parte, e sim o inicial que o jogador deixou de escolher, ou seja: se você selecionou o personagem masculino, a menina será sua rival e vice e versa. Pokémon Ruby e Saphire caiu nas graças dos jogadores e serviu como ponto de partida para a chamada “geração advance”, não sendo mais compatível com as edições do Gameboy e Gameboy Color.

Pokémon Colosseum
Ano de lançamento: 2003 (Japão), 2004 (Estados Unidos)
Console: Gamecube

O Gamecube finalmente ganhou seu game Pokémon. Ao contrário do que poderia se supor esta não é apenas uma expansão das edições Stadium, tendo um modo RPG exclusivo dessa versão. Neste modo o jogador entra em uma história totalmente diferente dos jogos portáteis, onde tem como missão capturar e purificar os chamados Dark Pokémon. O modo foi bastante elogiado por possuir uma boa trama e ser bastante divertido, mas foi considerado curto pelos jogadores. Por outro lado, é possível transferir os pokémons treinados em Ruby e Saphire via cabo de conexão GBA/GC para serem utilizados no modo de batalhas. Como nas versões Nintendo 64, o modo “Colosseum” é bem completo, com diversos torneios, incluindo as batalhas em duplas do Gameboy Advance. Pokémon Colosseum foi bem avaliado pela critica e é uma boa opção para os donos do Gamecube.

Pokémon FireRed/GreenLeaf
Ano de lançamento: 2004 (Japão e Estados Unidos)
Console: Gameboy Advance

Remake dos clássicos Red e Blue do Gameboy, FireRed e GreenLeaf trazem a experiência do inicio da série para a geração Advance. O jogo foi inteiramente refeito utilizando Ruby/Saphire como base, herdando seu sistema gráfico e boa parte das mecânicas desses jogos. Agora os antigos 151 pokémons possuem golpes, habilidades, personalidades e items da mesma forma que os das edições recentes. FireRed e GreenLeaf possuem exatamente a mesma história e acontecimentos das versões originais, porém novas tarefas e até novas áreas foram adicionadas para aumentar a experiência do jogo e dar um maior ar de novidade ao cartuchinho. Um adaptador wireless era incluso com uma das cópias do jogo, possibilitando as trocas e batalhas sem fios. FireRed e Leafgreen são compatíveis com Ruby/Saphire, Emerald e Colosseum, sendo essenciais aos treinadores que desejam adquirir os pokémons mais antigos para completar suas coleções e capturar todos.

Pokémon Emerald
Ano de lançamento: 2004 (Japão), 2005 (Estados Unidos)
Console: Gameboy Advance

Seguindo a tradição deixada por Yellow e Crystal, Emerald foi lançado para complementar à experiência das versões Ruby e Saphire. Como de costume, novidades foram adicionadas para tornar o jogo mais completo que as edições regulares. Para tornar Emerald mais interessante, agora tem bem mais batalhas em duplas, ouve pequenas alterações na história, desta vez é possível capturar os lendários Groudon (Ruby) e Kyogre (Saphire) no mesmo cartucho e um novo lendário foi introduzido, o pokémon Rayquaza. Por falar nessas criaturas especiais, Lugia (Silver), Ho-oh (Gold) e Mew (Red, Blue e Yellow), estão disponíveis no jogo, porém a única forma de acessá-los é ganhando tickets nos eventos especiais da Nintendo. Como na versão Crystal, os pokémons ganharam animações nas batalhas, porém não houve mudanças significativas no visual das demais partes do jogo.

A principal novidade do jogo é o Battle Frontier, uma região exclusiva onde os jogadores podem participar de até sete competições diferentes, enfrentando treinadores controlados pelo computador, com vários items raros disponíveis como recompensa pelas batalhas superadas. Emerald também é compatível com o adaptador wireless, disponível com uma das versões FireRed ou GreenLeaf, para as batalhas e trocas de monstrinhos com outros jogadores. Esse também foi o último game da série principal a aparecer no Gameboy Advance.

Pokémon XD: Gale of Darkness
Ano de lançamento: 2005 (Japão e Estados Unidos)
Console: Gamecube

Seqüência direta de Colosseum, porém desta vez bem mais focado no modo RPG, que tem uma nova história e foi bastante estendido em relação ao do jogo anterior. Desta vez o jogador pode capturar pokémons selvagens dentro do game e possui gráficos melhores e mais opções em relação à Colosseum. Também tem modo multiplayer compatível com as versões FireRed, GreenLeaf, Ruby, Saphire e Emerald.

Pokémon Diamond/Pearl
Ano de lançamento: 2006 (Japão), 2007 (Estados Unidos)
Console: Nintendo DS

Após dois anos de lançamento, foi a vez do portátil de duas telas da Nintendo receber sua versão de Pokémon. Diamond and Pearl surgem para a alegria dos fãs que estavam curiosos de como o jogo se comportaria no portátil que é conhecido por abrigar jogos inovadores. Como de costume, a Game Freak não desapontou e a produção ficou caprichada, o novo continente Sinnoh foi feito com cenários tridimensionais, 107 novos pokémons (incluindo 14 novos lendários), trilha sonora melhorada e nova trama, tudo para fazer os jogadores se embrenharem em uma nova jornada. Pela primeira vez na série os jogadores poderão explorar o subterrâneo, criando suas bases secretas, participando de mini-games com outros jogadores, e até escavações (alguns itens raros e pokémons podem ser encontrados dessa forma). Outra localidade inédita é o Pal Park, local onde pokémons das versões FireRed, GreenLeaf, Ruby, Saphire e Emerald que não podem ser capturados em Diamond e Pearl, podem ser transferidos aproveitando a entrada para cartuchos do Gameboy Advance que o DS possui. Outro recurso inédito é a possibilidade de lutar e trocar pokémons com jogadores do mundo todo via conexão wifi, as lutas contam com recurso de voz, sendo possível os jogadores conversarem durante as partidas.

O jogo utiliza dos recursos do DS, com a tela sensível sendo utilizada nas batalhas e mini-games, bem como na navegação dos menus e dos equipamentos que o personagem dispõe. Diamond e Pearl caíram em cheio no gosto da crítica e do público e juntos já venderam mais de oito milhões em todo o mundo.

Pokémon Battle Revolution
Ano de lançamento: 2006 (Japão), 2007 (Estados Unidos)
Console: Nintendo Wii

Pouco tempo depois de seu lançamento, o Nintendo Wii acaba de ganhar seu jogo Pokémon. O mais novo integrante da série segue o mesmo padrão herdado de Stadium, com o diferencial de que tal qual a versão portátil, utiliza a conexão wifi presente no console para conectar os jogadores com adversários ao redor do mundo. Aqui também é possível transferir os pokémons treinados em Diamond e Pearl, via conexão DS/Wii, totalmente sem fios. O jogo ficou sem boa parte das opções que eram padrão em games mais antigos, se resumindo apenas nas batalhas, sem grandes variações.

28 thoughts on “A trajetória Pokémon nos games

  1. Pokémon é aquele típico jogo bobo, que tem sempre a mesma história mas que é completamente viciante. A minha única bronca com a franquia é que eles deveriam aproveitar melhor as capacidades dos portáteis (GBA e DS) nas batalhas.

  2. todos tem a mesma história mas depois da primeira vez que se joga vc vicia e nunca mais para, eu acho um dos mais maneiros o pokemon yellow pikachu edition, eu jogo e so viciado todo dia to lá sem laraga do pc…
    ops perai que agora vo volta a joga xau

  3. Como foram inofensivos, eu aprovei os comentários, porém já é o segundo com essa gracinha de treinador pokémon. Se for falta do que fazer, posso indicar uma porção de atividades mais interessantes do escrever comentários sem sentido.

  4. eu tambem quero ser uma treinadora pokemon!!!!da pra pelomenos voces botarem ums jogos de batalia pokemon para as quriamssas treinarem e botarem esqurito com cuamtos anos se pode ser um trenaidor ou uma treinadora pokemon e emdicarem oque devemos fazer porfavor!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  5. Apesar de eu ter barrado diversas gracinhas. Acho que bloquearei qualquer comentário a respeito desse texto que eu julgar que não seja pertinente. Não entendi ainda o porquê desse flood.

  6. o pokemon sapphire version é um jogo muito daora,mais…
    também tem o pokemon platinum version que tanbém é legal.

  7. eu queria saber como transfiro pokemon da versão ruby para saphire ou vice-versa.sendo que eu baixei o emulador aqui no meu pc e queria aprender como posso passar os pokemons.me respondam pelo e-mail.vlw abraços

  8. Eu comecei a jogar a pouco tempo a versão amarela do Game Boy Color mas já estou viciado nesse jogo. Vou conseguir as outras versões para saber na prática as melhorias.

  9. Nossa meu este site é muito bom.Adorei os comentários acima e achei muito bacana a explição sobre os jogos do pokemon.nota 100, continue assim.Parabêns a todos,e um abraço.

  10. eu já jogo a 3anos e não sei fazer todos os códigos do pokémon blue sera que teria como vcs passarem todos os códigos para que eu possa jogar melhor por favor.

  11. Me mandem por e-mail umas dicas de como se passar no jogo do pokemon para game boy:
    Pokemon Yellow Edition: Special Pikachu Edition
    por favor eu to a mais de dois anos trancada em um lugar não emporta o dia! me mandei de e-mail ou deixem um comentario neste blog:
    http://bellab22.blogspot.com/
    pode não parecer mais é o meu blog! por favor, eu preciso muito da resposta!!!

  12. huahueahuaeheahua tem gente ainda comentando aqui? haehuaea

    gosto do meu heart gold e assim que platinar o GoW3, volto a terminar ele.
    (falta 3 chalanges, terminar o modo titã e pronto o/)

  13. Jogava isso na época do Gold/Silver, quando a série estava em seu auge. Tenho o yellow original pra Game Boy Color até hoje, bem como o Stadium pro Nintendo 64. tudo na caixa. Mas confesso que depois REALMENTE não me interessei mais…

  14. a nova geração black e write é foda! as lutas ganharam movimentos e realidade! gosto d pokemon e sempre vou gostar, pokemon vc queira ou não é cultura! não zerei todas as gerações só por acaso…

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